"Nós somos únicos!
Somos únicos porque habita em nós uma energia ímpar e especial!"
Não é a raça, sexo ou idade que nos torna dissemelhantes, isso são formas de cada um vivenciar o seu destino.
A nossa essência sim, ela é a causa de tudo, a causa da nossa unicidade absoluta.
É sobre ela que nos devemos debruçar: com amor, respeito e verdadeira consideração pela pessoa que somos. Só assim ampliamos o nosso EU de forma confiante e nos mantemos num crescimento espiritual positivo que a seu tempo nos colocará no caminho certo para a felicidade.
Ser feliz não é apenas uma arte, um caminho ou algo reservado aos outros. Ser feliz é um direito nosso, de cada um de nós, um estado de espírito que deve prevalecer a cada dia que abraçamos, a cada dia que a vida respira em nós.
A felicidade é uma conquista: ela depende da força dos nossos sorrisos, do nosso positivismo mental, do nosso discernimento saudável dos factos e dos nossos pensamentos.
Sei que a realidade nos mantém cativos numa espera inglória de que "melhores dias virão", e sublinho"(...) nos mantém cativos(...)", como uma chamada de atenção para que tenhamos consciência do "movimento libertador" para o qual tendemos a ter uma ceguez cismada ou o triste hábito de o colocar nas mãos dos outros.
O "movimento libertador" nada mais é que o nosso impulso interno e consciente para ativar a mudança que nos levará a um estado de maior plenitude pessoal.
É um catalisador motivado pelo nosso sistema de crenças que carece estar alinhado com o que consideramos ser o mais correto para cada um de nós.
É nisto que temos que trabalhar, é nisto que devemos apostar para manter a felicidade no estado simples: numa mudança interna consciente.
Como mudamos para melhor?
De dentro para fora, do coração para o mundo!
Mudando: devagar ou em passo de corrida, a correr ou pé ante pé. Mudando ao nosso ritmo respeitando a nossa cadência pessoal. Despindo o que já não serve e usando a nossa única e verdadeira pele.
Sejamos coerentes! Sejamos aquilo que somos! Sejamos apenas nós, livres de termos que ser como todos os outros.
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